Tudo teria começando por causa de um detento que pediu para ser levado ao hospital, o preso teria ficado nervoso pelo fato do agente pedir para que o mesmo aguardasse a chegada do seu colega.
De acordo com informações do delegado de Polícia Dr. Cleber Azevedo, titular da delegacia de Capim Grosso; por volta das 15h desta segunda-feira (14), foi dado início a uma rebelião na carceragem, anexo ao setor administrativo da delegacia e em frente ao um complexo educacional que abriga uma grande quantidade de alunos do estado e município.
O delegado informou que as primeiras investigações dão conta que 5 detentos estão envolvidos diretamente na rebelião. Tudo teria começando por causa de um detento que pediu para ser levado ao hospital, o preso teria ficado nervoso pelo fato do agente pedir para que o mesmo aguardasse a chegada do seu colega, aguardar esse que resultou na culminação da rebelião com queima de colchões, uma das paredes que separa uma das selas derrubada, problemas ainda com a energia elétrica da carceragem e a danificação também da parte hidráulica. Com a destruição de parte da carceragem, 24 detentos foram transferidos por volta das 21h15 para o Complexo Policial em Jacobina, restando apenas dois detentos, um homem e uma mulher, os quais estão em celas que não foram atingidas pelo fogo ateado aos colchões. Dos 24 presos transferidos, 24 foram de ônibus e 2 em uma viatura.
Próximo à delegacia estavam familiares, amigos e populares que se aglomeraram para acompanhar o desfecho da rebelião. Detentos que estavam no ônibus puderam mandar recados para os parentes e acenar para os que estavam presentes. "Eu te amo, não fique preocupada" disse um deles se referindo à mãe, que em lágrimas acompanhava tudo sem poder fazer nada, um outro falou para alguns estudantes: "não se envolvam com o Crack, é um caminho sem volta, o melhor mesmo é estudar, trabalhar". No rosto de parentes e amigos mais próximos o semblante de angústia diante de mais um fato que traz preocupação para as autoridades policiais e toda a sociedade Capimgrossense.
Nesta terça-feira (15), o delegado vai estar se pronunciando com mais detalhes a respeito da rebelião. Participaram do processo de transferência dos detentos representantes da Policia Militar, na pessoa do Tenente Josembergue, comandante do 5º Pelotão de Polícia Militar de Capim Grosso, Agentes da Policia Civil e patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal, dentre outros.



Gildásio Lima dos Santos, 46 anos, conhecido por "Roberto Carlos, morreu por volta das 16h30 deste domingo (13), depois de capotar o veículo Monza de placa JNE 1836 licença de Retirolândia. O acidente aconteceu no km 06 da rodovia BA 120, trecho Coité/ povoado de Santa Rosa. O veículo deu varias capotadas e
O próprio Amauri ligou para uma ambulância que chegou cerca de 10 minutos depois e prestou o socorro, neste exato momento uma mulher conhecida por Perla, que se encontrava em um bar nas proximidades do local do acidente entrou na ambulância para ajudar na condução, mas segundo ela, ele parou de respirar antes de chegar ao Hospital Regional. Ainda de acordo com Perla, funcionários do Hospital Regional pediram que a vítima fosse levada para o Hospital Almir Passos, pois o necrotério estaria interditado, ao chegar naquela unidade hospitalar, o médico plantonista constatou que Gildásio havia chegado sem sinais vitais.
O proprietário do Bar Vila Verde, situado a 2 km do local do acidente disse que ele havia passado em seu comercio por volta das 13 horas e aparentava está consumindo bebida alcoólica, "Ele dizia que ia buscar um pessoal em uma comunidade", já que trabalhava fazendo frete e no meio de semana fazia linha Coité/ Retirolândia.
Gildásio que tinha o apelido de Roberto Carlos por gostar das musicas do rei, era desquitado e deixa quatro filhos.


